
Acordou como se estivesse esperando algo, e por sinal sabia que esperava. Mesmo sem saber, mesmo sem querer, Mas esperava.Nunca foi de acreditar em destino e coincidências, acreditava mesmo no famoso "o que for pra ser será". Ainda por cima, acreditava mais ainda no desejo, quando se deseja forte, quando se pensa e acredita, acontece.Meio durona, não acreditava muito no que sentia, mas era sim... era saudade. Sentia saudade do cheiro, do sorriso, do jeito, era o oposto e ao mesmo tempo igual, mas sentia saudade. Passou, sorriu, continuou e se foi. Voltou, parou, conversou, sentia o motivo da saudade, e que em tempo não pôde matar, foi embora. A saudade fica, o cheiro fica, como tudo fica... mas como tudo um dia passa... e vai passar, ela sabe. A saudade continua, as lembranças continuam, do que um dia já foi, do que um dia será, do que ainda pode ser, quem sabe.Ela sabe, ele sabe, há saudade no que une um a dois.
Bruna Eccel
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