
Me satisfaz
Um pouco de tudo, um pouco de cada,
Um pouco daquilo, outro pouco disso.
Eu gosto do simples, mas sempre concreto
Odeio incertezas, mas isso porque já sou feita de inseguranças
Então já me basta, não preciso de mais.
Por isso gosto do concreto, do certo, do discreto
Odeio chamar atenção, ir pela contramão,
Um pouco daquilo, outro pouco disso.
Eu gosto do simples, mas sempre concreto
Odeio incertezas, mas isso porque já sou feita de inseguranças
Então já me basta, não preciso de mais.
Por isso gosto do concreto, do certo, do discreto
Odeio chamar atenção, ir pela contramão,
dizer não, odeio errar.
Gosto de ouvir que gosta
e tenho que ter certeza disso pra dizer de volta
As vezes é bem melhor apenas sentir, olhar...
Palavras se perdem no ar, atitudes se solidificam
Odeio gente que faz rodeios
Ou é sim, ou é não
Odeio meio termo, não existe talvez pra mim
Por mais que eu venha dizer, há sempre um sim ou um não
Escondido entre meio do talvez.
Odeio esperar, pra dizer a verdade eu não espero
Mas infelizmente, tem coisas que me obrigam a isso.
Odeio futilidade, tendência, aparência, status
A vida vai além disso, mas muito a vida é feita disso
Me satisfaz
Sentar no sol em um dia frio, Na sombra em um dia quente
Escutar a história de vida dos mais velhos me surpreende se aprende.
Um abraço de mãe, um abraço de pai, um abraço sincero
Deitar no meio deles pra se sentir criança, ganhar o melhor carinho de todos.
A saúde, a esperança, o sorriso, a felicidade, sensação de liberdade
Um dia quente, rir alto, ter com quem contar
Eu gosto mesmo, é da sinceridade, da bondade, da coragem
E a simpatia sempre me impressiona me encanta mesmo
Mais ainda se acompanhada de igualdade
Oi pro porteiro, pro padeiro, pro vendedor, pra secretária
Pro cachorro, pra vizinha mal-humorada
Gente assim, ganha meu apreço na hora
Tenho um grande humor, um bom-humor
Mas não venha me falar de coisas ruins, absorvo facilmente
Sinto-me mal, sufoca
E assim meu bom-humor oscila em um segundo
Pavio longo, pavio curto
Depende do cutucar
Mas tenho grande serenidade
Não costumo me dar bem com pessoas chamadas de lua
Sempre trocando de fase, demoro pra me adaptar.
Distraída, observadora
Diria metade de cada, com uma grande ponta de desastre e desajeito junto.
Sempre bato em tudo, quebro, derrubo, piso no pé.
Claro, que tenho mau-humor, claro que saio do controle as vezes
Aqui pode valer as vezes sim.
Tento sorrir mesmo triste, e olhar o lado bom de tudo...
Mesmo sendo uma grande pessimista em algumas situações.
Se paro um segundo, minha imaginação ao contrário não para
Voa em uma freqüência altíssima, não sei se qualidade ou defeito
Mas seria a de pensar demais.
e tenho que ter certeza disso pra dizer de volta
As vezes é bem melhor apenas sentir, olhar...
Palavras se perdem no ar, atitudes se solidificam
Odeio gente que faz rodeios
Ou é sim, ou é não
Odeio meio termo, não existe talvez pra mim
Por mais que eu venha dizer, há sempre um sim ou um não
Escondido entre meio do talvez.
Odeio esperar, pra dizer a verdade eu não espero
Mas infelizmente, tem coisas que me obrigam a isso.
Odeio futilidade, tendência, aparência, status
A vida vai além disso, mas muito a vida é feita disso
Me satisfaz
Sentar no sol em um dia frio, Na sombra em um dia quente
Escutar a história de vida dos mais velhos me surpreende se aprende.
Um abraço de mãe, um abraço de pai, um abraço sincero
Deitar no meio deles pra se sentir criança, ganhar o melhor carinho de todos.
A saúde, a esperança, o sorriso, a felicidade, sensação de liberdade
Um dia quente, rir alto, ter com quem contar
Eu gosto mesmo, é da sinceridade, da bondade, da coragem
E a simpatia sempre me impressiona me encanta mesmo
Mais ainda se acompanhada de igualdade
Oi pro porteiro, pro padeiro, pro vendedor, pra secretária
Pro cachorro, pra vizinha mal-humorada
Gente assim, ganha meu apreço na hora
Tenho um grande humor, um bom-humor
Mas não venha me falar de coisas ruins, absorvo facilmente
Sinto-me mal, sufoca
E assim meu bom-humor oscila em um segundo
Pavio longo, pavio curto
Depende do cutucar
Mas tenho grande serenidade
Não costumo me dar bem com pessoas chamadas de lua
Sempre trocando de fase, demoro pra me adaptar.
Distraída, observadora
Diria metade de cada, com uma grande ponta de desastre e desajeito junto.
Sempre bato em tudo, quebro, derrubo, piso no pé.
Claro, que tenho mau-humor, claro que saio do controle as vezes
Aqui pode valer as vezes sim.
Tento sorrir mesmo triste, e olhar o lado bom de tudo...
Mesmo sendo uma grande pessimista em algumas situações.
Se paro um segundo, minha imaginação ao contrário não para
Voa em uma freqüência altíssima, não sei se qualidade ou defeito
Mas seria a de pensar demais.
Nunca esqueço nenhum gesto que me fazem, e nem de uma palavra envolta a mim, não esqueço da mão estendida, e nem do pisão.
Apesar de verdadeiramente nunca guardar rancor.
Mas esqueço facilmente o dia do aniversário, a data do trabalho
de dar o recado, da hora marcada... e incrivelmente tenho organização, Aliás odeio desorganização.
Meio razão, meio emoção.
Mas esse pensa que me pensa e pensa, sempre me lembra de olhar pelos dois lados
Me chama atenção ser o que é, e não o que tenta ser
A verdade é que não adianta tentar ser, a essência não muda.
Gente sem frescura, sempre me parece mais conveniente.
Toda a vida me chama muito a atenção, nunca sei o bastante de nada
e nunca vou saber, a lei pra mim é sempre aprender, conhecer, explorar.
Nunca desisto, apenas não insisto no que vejo que não merece meu empenho.
O amor, ele sim é o principal, move tudo, e ninguém vive sem
um dia ele chega pra todos, tem que apenas se bastar... Se permitir
Não deixar passar, arriscar, tentar...
Um dia ele chega, assim espero.
O que tenho me satisfaz
Porque é um pouco de cada em muita coisa.
Porque o simples é o melhor
Porque o agora é único assim como qualquer ontem, ou anteontem.
Porque, sem exageros...
Se for escolher
O meio termo sempre é o melhor.
Nunca menospreze ninguém,
Todo mundo precisa de todo mundo.
Aproveite sempre, devolva o sorriso sempre
siga sempre, levante sempre, tente sempre
o segredo é apenas viver, viver do modo
que for, viver do seu modo, desde que seja feliz.
Feliz por existir, feliz por estar aqui, pelo que tenho,
Apesar de verdadeiramente nunca guardar rancor.
Mas esqueço facilmente o dia do aniversário, a data do trabalho
de dar o recado, da hora marcada... e incrivelmente tenho organização, Aliás odeio desorganização.
Meio razão, meio emoção.
Mas esse pensa que me pensa e pensa, sempre me lembra de olhar pelos dois lados
Me chama atenção ser o que é, e não o que tenta ser
A verdade é que não adianta tentar ser, a essência não muda.
Gente sem frescura, sempre me parece mais conveniente.
Toda a vida me chama muito a atenção, nunca sei o bastante de nada
e nunca vou saber, a lei pra mim é sempre aprender, conhecer, explorar.
Nunca desisto, apenas não insisto no que vejo que não merece meu empenho.
O amor, ele sim é o principal, move tudo, e ninguém vive sem
um dia ele chega pra todos, tem que apenas se bastar... Se permitir
Não deixar passar, arriscar, tentar...
Um dia ele chega, assim espero.
O que tenho me satisfaz
Porque é um pouco de cada em muita coisa.
Porque o simples é o melhor
Porque o agora é único assim como qualquer ontem, ou anteontem.
Porque, sem exageros...
Se for escolher
O meio termo sempre é o melhor.
Nunca menospreze ninguém,
Todo mundo precisa de todo mundo.
Aproveite sempre, devolva o sorriso sempre
siga sempre, levante sempre, tente sempre
o segredo é apenas viver, viver do modo
que for, viver do seu modo, desde que seja feliz.
Feliz por existir, feliz por estar aqui, pelo que tenho,
pela minha familia, por tudo!
Bruna Eccel
Bruna Eccel
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