
E é tão estranho, sempre vêm algo do contra. Não que algo do contra seja sempre ruim. Nesse caso acho que não. E se for, quero apostar... não me custa mais ver onde vai dar. Essa armadura que aprendi usar e o muro por volta ao meu reino é a minha imunidade para as coisas possivelmente ruins. Sem contar os grandes cavalheiros que nunca me deixam sozinha. Recebi o bilhete que me mandaste, fiquei grata por ter lembrado de mim, admiro isso. Confesso em sentir-me um pouco animada com suas singelas palavras, mas nunca me animo demais. Assim, quem sabe, vai quebrando aos poucos minha sensatez. Pode ser que sim, com poucas palavras te nomeie um digno cavalheiro peço que te abram os portões e te passe minha armadura, mas não só para ti usar, para usarmos juntos, não vou querer que algo impeça, só não abro mão do meu cavalo branco, que é o que chamo de liberdade. Desculpa se quis brincar de reinado agora, mas as vezes é bom se sentir um pouco rainha. E por trás dessa brincadeira há um significado, basta traduzir para os dias de hoje.
Rainha Eccel
Rainha Eccel
Nenhum comentário:
Postar um comentário